Reprodução/Dreamworks


"Robô Selvagem" é uma daquelas animações que rapidamente se destaca como um clássico moderno. Desde o primeiro instante, o filme prende o público com uma narrativa emocionante que é ao mesmo tempo divertida, emocionante e, em certos momentos, bastante tocante. Ele conta a história de um robô que, apesar de sua natureza mecânica, nos ensina lições profundas sobre autodescoberta, empatia e o poder de transformação do amor.


O filme consegue equilibrar temas universais, como a aceitação de si mesmo e a força de ter uma família, com uma abordagem criativa e visualmente impressionante. A animação é lindamente executada, com cada cena parecendo um quadro que poderia ser emoldurado. Além disso, as influências de clássicos como "O Gigante de Ferro" e "O Castelo no Céu" são evidentes, mas "Robô Selvagem" consegue encontrar seu próprio ritmo e identidade, oferecendo algo genuinamente original.

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A direção de Chris Sanders é magistral. Ele entrega uma jornada visualmente encantadora que captura o público tanto pela estética quanto pelo coração. A história consegue ser comovente sem cair em sentimentalismos baratos, e os momentos finais são uma montanha-russa emocional que pode arrancar lágrimas facilmente da audiência.

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No final, "Robô Selvagem" é um filme que transcende a animação convencional, oferecendo uma experiência que envolve e emociona todas as idades. É uma obra que vai certamente ressoar e deixar uma marca, sendo sem dúvida um dos melhores filmes animados da década


Nota: 8,5

Henry Nascimento / Incrivelmente Nerd